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course nature
15 May 2008
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CE 3 - Nossos DVDS foram produzidos atraves de imagens enviadas por internautas que acessam nosso site e nao faz incentivo, ensino ou apologia referente ao conteudo do mesmo. Artigo 42 da Lei de Crimes Ambientais (Lei Nº.:º9.605/98) Fabricar, Vender, Transportar ou Soltar Balões que Possam Provocar Incêndios nas Florestas e Demais Formas de Vegetação, em Áreas Urbanas ou Qualquer Tipo de Assentamento Humano, Pode Levar a Pessoa a Ser Condenada à Pena De Detenção, De Um a Três Anos, Ou Multa, ou Ambas Cumulativamente.
21 Dec 2006
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Reportaje en El Potro 4x4 a Don Victor, quien carece de ambas piernas y "arreglo" su Jeep pra poder subsistir... Vive actualmente en Sabinas Coah. Realizada en una competencia de 4x4 de carbonifera mas fotos y videos www.elpotro.tv www.jeepeando.tv
24 May 2007
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Te has puesto a reflexionar como ves la vida? El tiempo pasa muy rápido tal vez podríamos reconsiderar... Vídeo experimental con imagenes foto manipuladas, morphing, subtítulos con pensamientos y música generada por computadora. Es un mensaje para ti ojala te guste, por favor deja un comentario o calificalo o ambas cosas. Gracias
18 Sep 2007
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*******MixTimeTV.blogspot****/ Otro récord. Lasha Pataraia, Un atléta Geogiano. Es el poseedor de la oreja más resistente del mundo. Usando solo la izquierda logró desplazar un helicóptero de casí 8000 kilos unos 27 metros en 20 segundos. Como nadie del libro Guinness fue a Tiflis ese día para ver el evento aún no han reconocido. Su plan para el futuro es doblar esa marca pero esa vez utilizando ambas orejas. Veámoslo. Luego de esos 20 segundos cayo al suelo, ¿no deberían darle aunque sea algún premio? Se imaginan en el futuros competencias de arrastrar helicópteros con las orejas.
2 Nov 2007
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La Vijanera es una fiesta de carácter carnavalesco que se desarrolla en la localidad de Silió, Cantabria (España) el primer domingo de cada año. Debido a su popularidad y tradición está declarado como Fiesta de Interés Turístico Regional por el Gobierno de Cantabria. Originalmente, la Vijanera se festejaba en los valles de Iguña, Toranzo, Trasmiera, Campoo y Polaciones pero en la actualidad la única localidad de la región donde se lleva a cabo es la citada Silió. El primer carnaval del año en Europa consiste en un mascarada colorista en la que participan alrededor de 60 personajes (todos varones): "la madama", "el mancebo", "los trapajones", "el oso" y "su dueño", "el pasiego", "el caballero", "la Pepa" o "Pepona", "el médico", "el domador", "el húngaro", "el Viejo" y "la Vieja", todos ellos vestidos de manera vistosa y con una función y un simbolismo propios. Sin embargo los verdaderos protagonistas de la fiesta son los zarramacos debido a la importancia de su papel. Estos últimos son personas vestidas con pieles de carnero y sombreros picudos además de llevar la cara pintada de negro que van ahuyentando los malos espíritus del año que comienza haciendo sonar los varios campanos que llevan atados al cuerpo. Su misión es la de expulsar a dichos espíritus del pueblo llegando hasta los límites del mismo, tradición que apunta a otras mucho más antiguas probablemente provenientes de la época romana. La segunda parte de la celebración trata de hacer crítica del año que acaba. Los mozos vijaneros se reúnen en la plaza del pueblo y leen unas coplas que, en lenguaje popular y tonos que van desde la jocosidad hasta el ensañamiento, analizan lo sucedido en el pasado año desde nivel local al internacional. La fiesta termina con dos actos, primero se produce "la Preñá", es decir el parto o nacimiento del nuevo año. Tras esto, La Vijanera concluye con la muerte del Oso, que simboliza la victoria del bien sobre el mal y el deseo de buenos propósitos para el nuevo año. Como puede comprobarse, en esta fiesta se representa el deseo de desterrar el año pasado y preparar el camino al entrante para que comience con ilusión y buenos augurios. Quizá sea por ello por lo que el dios romano Jano es el encargado de presidir La Vijanera. De hecho, Jano (Janus en latín) deriva de Jauna, esto es, puerta, lo que puede querer significar "puerta entre dos años" si tomamos en cuenta el prefijo vi- (bi-, dos). Como aliciente a la celebración en sí, en las recientes ediciones se ha instaurado un premio de fotografía. Por otra parte, está proyectado construir un Museo sobre la festividad en Silió, contendrá entre otras cosas imágenes de la fiesta. Ambas iniciativas han sido promovidas por la Asociación de Amigos de la Vijanera, responsable de la organización y recuperación de este evento hace ya más de 25 años tras su desaparición durante el franquismo. *******www.lavijanera****.es
3 Feb 2008
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Aprenda Inglês Online *******xokmax****/ Make e Do são duas palavras que confundem os meus alunos de inglês. Ambas são traduzidas como 'fazer' em português. Se você quer descubrir a diferença entre estas duas palavras em inglês assista o clipe e tire as suas dúvidas sobre a língua com professor nativo David A. Bailey, Jr do XokmaX**** Este é o primeiro de seis clipes. A língua inglêsa é muito mais fácil do que primeiro aparenta ser. Não é um bicho de sete cabeças. Neste clipe você aprenderá algumas regras básicas para te orientar quando usar o 'make' e o 'do'. Nos próximos clipes você aprenderá como muitas expressões idiomáticas com estas duas palavras. Você também aprenderá uma forma legal de aprender a usar estas palavras quando fogem das regras como exeções. Se você tiver quaisquer dúvidas sobre o idioma inglês...pode me enviar as suas perguntas para fazer novas vídeo-aulas de inglês gratuitamente como esta. Aprenda inglês hoje no XokmaX**** com professor nativo e outros alunos como você!
21 Feb 2008
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23 Feb 2008
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29 Feb 2008
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4 Mar 2008
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Aprenda Inglês Online *******xokmax****/ Make e Do são duas palavras que confundem a maioria dos meus alunos de inglês. Ambas são traduzidas como 'fazer' em português. Aprenda expressões idiomáticas com a palavra 'do' com professor de inglês nativo David A. Bailey, Jr do XokmaX**** Este é o terceiro de seis clipes. Neste clipe você aprenderá várias expressões com 'do' traduzidas como fazer...e outras que fogem das regras como nestas expressões fixas. Se você tiver quaisquer dúvidas sobre o idioma inglês...pode me enviar as suas perguntas para fazer novas vídeo-aulas de inglês gratuitamente como esta. Aprenda inglês hoje no www.XokmaX**** com professor nativo e outros alunos como você!
4 Mar 2008
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6:13
Aprenda Inglês Online *******xokmax****/ Make e Do são duas palavras mais utilizadas em inglês...e no mesmo tempo os que mais confundem a maioria dos meus alunos. Ambas são traduzidas como o nosso 'fazer'. Aprenda expressões idiomáticas com a palavra 'make' com professor de inglês nativo David A. Bailey, Jr do XokmaX**** Este é o quarto de seis clipes. Neste clipe você aprenderá várias expressões com 'make' traduzidas como fazer...e outras que fogem das regras como nestas expressões fixas. Se você tiver quaisquer dúvidas sobre o idioma inglês...pode me enviar as suas perguntas para fazer novas vídeo-aulas de inglês gratuitamente como esta. Aprenda inglês hoje no www.XokmaX**** com professor nativo e outros alunos como você!
29 Mar 2008
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5:40
Aprenda Inglês Online *******xokmax****/ Make e Do são duas palavras das palavras com a maior carga idiomática em inglês...e no mesmo tempo os que mais confundem a maioria dos meus alunos. Ambas são traduzidas como o nosso 'fazer'. Aprenda expressões idiomáticas com a palavra 'take' com professor de inglês nativo David A. Bailey, Jr do XokmaX**** Este é o quinto de seis clipes. Neste clipe você aprenderá várias expressões com 'take' traduzidas como fazer...e outras que fogem das regras como nestas expressões fixas. Se você tiver quaisquer dúvidas sobre o idioma inglês...pode me enviar as suas perguntas para fazer novas vídeo-aulas de inglês gratuitamente como esta. Aprenda inglês hoje no www.XokmaX**** com professor nativo e outros alunos como você!
6 Mar 2008
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10:39
21/03/2008 - Esto quiere decir que los efectos ambientales de la planta celulosa Botnia se amplificarán con los efectos causados por la planta de ENCE. Aún en la suposición que las previsibles graves contaminaciones ambientales no se den, queda en pie que por el hecho mismo de que estas plantas de celulosa existan, se promueve y se agiganta el monocultivo de eucaliptus. Ya en 1995, cuando todavía no se hablaba de Botnia ni de Ence, la Red Uruguaya de ONGs Ambientalistas reafirmaban a la Dirección de Recursos Naturales del MGAP su crítica a la política de forestación. Pedían al Ministerio hiciera estudios serios sobre los siguientes impactos de la forestación sobre: a) el suelo, b) el régimen hidrológico, c) la flora nativa, d) la fauna nativa. Impactos que han sido comprobados en muchísimos países. En ese entonces tanto Botnia y Ence estaban en plena plantación masiva de eucalyptus para sus futuras plantas de celulosa. A través de su subsidiaria Forestal Oriental el Grupo Botnia cuenta con casi 100.000 hectáreas de plantaciones de “genética superior”. La meta es que el 60% de la madera empleada por Botnia provenga de su propia producción. ENCE por su parte explota unas 50.000 hectáreas en Río Negro y Soriano. Según Carlos Faroppa, asesor de Botnia, ambas plantas consumirán 5 millones de metros cúbicos por año y la capacidad instalada es de 8 millones y sigue creciendo. Es decir, el monocultivo de eucalyptus se acrecienta en forma acelerada. Chacareros de la zona denunciaron que por el monocultivo de eucaliptos el agua comenzó a escasear ya por 1995. Además detectaron otros impactos negativos: concentración de la tierra en pocas manos y extranjerización; tierras aptas para otros cultivos fueron forestadas; plagas que afectan a animales domésticos, cultivos y seres humanos; incendios; injusticia impositiva y desparece más mano de obra de la que generan. Todo el mundo conoce las condiciones de semi-esclavitud en que viven los trabajadores en estas empresas forestales. Un dato no menor, la Forestal Oriental o sus subsidiarias prohíben la sindicalización de sus trabajadores. ¿Uruguay, país natural?. Uruguay sigue promocionándose en el exterior como País Natural, sostiene el periodista. La contaminación que generarán estas dos plantas de celulosa atentará contra esta condición de país natural. La producción apícola, por ejemplo, con su cotizada miel ecológica, se verá afectada directamente por la contaminación aérea Alemania, importador muy importante de miel uruguaya prohíbe –según se dice- la importación de miel elaborada en un área de 100 kilómetros a la redonda de este tipo de plantas.Otros productos ecológicos seguirán la misma suerte. ¿Negocio para quién?. ¿Para Uruguay? Algunos piensan que ante una oferta de inversión de 1.100 millones de dólares hay que decir sí o sí, y cerrar los ojos. Pero equivocan sus números. De esos 1.100 millones solamente 200 millones se invertirán en el Uruguay. Los otros millones van directamente a Finlandia y Suecia, por la compra de maquinarias y otros servicios. ¿Nuevos empleos? Según la misma empresa, una vez puesta en marcha la planta necesitará solamente 300 trabajadores Siendo una cifra dada por la empresa hay que tomarla como el número máximo de nuevos empleos. De los cuales, según la empresa, solo ocho podrán ser contratados con solo primaria completa. A los otros se les exigirá capacitación técnica. Muchos de ellos vendrán del exterior. Se orgullece la empresa diciendo que no más de ocho operarios monitoreando los paneles de control bastan para mantener en funcionamiento toda la planta. Por otra parte, se calcula que se van a perder unos 1.500 trabajos en la pesca, la apicultura, el turismo y otras actividades afectadas directamente por la contaminación acústica, del agua y del aire producida por la planta. ¿Empleos mientras se construye la planta? Sí, pan para hoy hambre para mañana. Además estos trabajadores temporales distorsionarán en gran medida durante ese corto tiempo el normal funcionamiento de la ciudad de Fray Bentos. ¿Negocio para aquellas empresas forestales que no son de Bosnia o de Ence? Para ellas poco o nada va cambiar. En vez de exportar los troncos de eucalyptus los venderán a las plantas, probablemente a un precio menor. ¿Negocio para los transportistas? Con o sin fábricas de celulosa los troncos tienen que ser transportados. ¿Negocio portuario? Ninguno, pues la terminal es de la empresa y en régimen de zona franca. El negocio es de punta a punta del Grupo Botnia. Compra tierra a menor precio y produce eucalyptus dos veces más rápidamente que en Finlandia, Además, los trabajadores forestales son los peores remunerados en el campo y sin medidas de seguridad y condiciones de vida razonables. Esta multimillonaria empresa por otra parte está exonerada de todos los impuestos y de las tarifas aduaneras para importar y exportar. Además dispondrán gratis de ingente cantidad de agua, de carreteras y puentes construidos con el dinero de los uruguayos etc. En un reciente artículo publicado en un medio de prensa finlandés en Internet se señala que “El director ejecutivo de Metsä.Botnia -empresa que tiene el 51% de las acciones del Grupo Botnia- confía en que la planta sea muy competitiva; en comparación con las fábricas de celulosa modernas de Finlandia, los costos de producción estimados serían alrededor de la mitad”. Un escándalo a todo color. El periodista uruguayo finaliza su informe asegurando que “algo produce escándalo cuando hiere gravemente el sentido común y las convicciones profundas de una población. ¿De que otra manera podemos nombrar el impacto que produce en los uruguayos cuando nos vamos enterando de este gran negocio de Botnia y de los males que traerá al país? No solamente los directos producidos por el funcionamiento de la planta sino también porque promueve el monocultivo del eucalyptus, la producción que menos manos de obra ocupa, la más chupadora de agua, secando napas y afluentes, de intenso uso de pesticidas y generadora de plagas varias. Todos sabemos además que el Norte rico está llevando todas sus industrias contaminantes al Sur. Por ahora el gobierno y los medios masivos han logrado que Botnia no exista para la población uruguaya. Muy recientemente el semanario Brecha ha roto valientemente este silencio. Un centenar de organizaciones ambientalistas y sociales del Litoral, uruguayas y argentinas, se están movilizando y haciendo oír su voz. Esperemos que se convierta en un inmenso clamor, que golpee los oídos y el corazón del gobierno uruguayo”. Carta abierta al presidente del Uruguay. Integrantes del grupo ambientalista Guayubira de Uruguay, difundieron una carta abierta a presidente Tabaré Vázquez para expresarle su preocupación en torno a la instalación de las plantas de celulosa en las inmediaciones de la ciudad de Fray Bentos, sobre el río Uruguay. Uno de los párrafos salientes de la misiva dirigida a la autoridad máxima del país oriental, pone de manifiesto que “quienes votaron por usted lo hicieron con la convicción de que otro Uruguay es posible y estamos convencidos que de instalarse estas plantas sólo se estaría profundizando el modelo anterior”. Agrega, asimismo, que “el Foro Social Mundial es un espacio que da voz a las esperanzas de cambio de la humanidad. “Otro mundo es posible” dice, porque el actual, en el que predomina la explotación, la exclusión social y la destrucción ambiental ha demostrado ser insustentable”. Luego, refiere que “el modelo actual de monocultivos forestales a gran escala que se ha impuesto en el país, sólo ha enriquecido a unos pocos con el dinero de todos. Ha profundizado la exclusión social, la concentración y extranjerización de la tierra y la degradación del ambiente”, antes de asegurar que “la instalación de las plantas no sólo consolidaría el modelo forestal existente, sino que aumentaría el área plantada para abastecerlas, exacerbando así los impactos ya constatados”. “Las plantas de celulosa no sólo provocarán contaminación ambiental sino que además desplazarán fuentes de trabajo locales en los sectores agropecuario, turístico y de la pesca, así como también impactarán sobre la salud de la población local uruguaya y argentina”, expresa además. A la carta se sumaron uruguayos y argentinos, muchos de ellos representantes de organizaciones sociales, sindicales, ambientales, políticas y religiosas. La carta contó con el respaldo de personalidades relevantes como Eduardo Galeano, Adolfo Pérez Esquivel y Hebe de Bonafini, entre otras. También adhirieron participantes de otras nacionalidades, “movidos por la visión compartida de que otro mundo es posible”, expresando que “confiamos que el doctor Tabaré Vázquez sabrá honrar la esperanza que uruguayos y uruguayas supieron construir a lo largo de varios años de lucha y que hoy han depositado en usted”. Fuente: Dirección General de Información Pública.
1 May 2008
2005
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LOS PROYECTOS NEFASTOS - MEGAS PASTERAS - MONOCULTIVOS Gonzalo Abella: de la gesta artiguista a la gloriosa Gualeguaychú En la entrevista que mantuvo con EL ECO, Gonzalo Abella fundamentó sus posiciones, catalogó al Foro realizado en Colonia “como un inicio”, habló de Gualeguaychú como “el Che Guevara de este tiempo” y aseguró que Botnia “no funcionará”. Gonzalo Abella (1947) es docente, escritor e investigador uruguayo de las raíces multiculturales de nuestra región, ha sido docente en seis países latinoamericanos. Entre sus trabajos en Ciencias Sociales, publicados en varios países latinoamericanos, se destaca el ensayo histórico Artigas, el Resplandor Desconocido (Montevideo, 1999). Otras de sus investigaciones se enmarcan en el Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente. Publicó además las novelas: El Ultimo Soldado, La Cachimba, Saguaipé, La leyenda de Soledad Cruz y Lanzas de Tacuara‘. Gonzalo Arbella tuvo a su cargo la oratoria inicial del Foro, pero antes mantuvo una entrevista con EL ECO donde habló de la manera clara y contundente que lo acostumbra. Estas fueron sus palabras: —Lo más lindo de este foro es que no es ninguna excepción. Forma parte de un mapa que se mueve. Pues a lo largo y a lo ancho de América Latina agredida por los monocultivos, agredida por las trasnacionales, atropellada en todos sus derechos, con un cínico discurso de desarrollo que nos mata, los pueblos originarios, los criollos, los grupos de afro descendientes, están convergiendo para generar espacios de resistencia. Los más lindo son los multi culturales, en aquellos donde se interactúa, y donde la suma es más que cada parte por separado. Pero en ese marco este foro es absolutamente emblemático, porque responde a un reagrupamiento de fuerzas de resistencia, en una coyuntura política muy excepcional, con un recambio en el gobierno que empieza con una gran expectativa ciudadana, pero hoy existe una evidente frustración y un claro bajar de brazos de la ciudadanía… Que dice: ‘son todos iguales, acá no hay cambio que valga’. Y repechando contra ese desánimo, impulsado sí por la necesidad de supervivencia de algunos, y por la clara visión de otros que algo hay que hacer, este Foro va a contrapelo de todo el mensaje del desánimo y la mentira. Entonces como inicio es valiosísimo, si lo sabemos cuidar. —Así que forma parte… —Esto va al encuentro de muchas cosas que pasan en América Latina, que lógicamente para toda la región tiene su epicentro en la gloriosa acción de Gualeguaychú, que será recordado por los tiempos como el embrión de toda la dignidad de todo el Río Uruguay. Como el embrión más artiguista del XXI, eso es Gualeguaychú, pero que ahora intenta acompañar una lucha continental. —¿Cómo considera que está actuando el gobierno uruguayo en los temas ambientales? —El problema es que el saqueo medioambiental es parte de la estrategia de los amos del mundo. Si el sistema capitalista hace 100 años pasó a su fase imperialista, a exportar capitales, desde 1980 se dedica a exportar capitales contaminantes y a intervenir militarmente directa o indirectamente donde están los principales recursos. Ellos perciben que en su propio derroche nos lleva al fin, entonces parece que se dijeran: “Bueno, si esta vida de derroche puede ser el fin del planeta, empobrezcamos a los más, hagamos que derrochen menos y nosotros que somos los menos podamos seguir derrochando”. Por eso hacen desaparecer la clase media, por ejemplo Menem en la Argentina, fue un tonto instrumento de la política concertada, y el gobierno uruguayo más allá de cierto rostro de medidas paliativas contra la miseria, se está conduciendo al despeñadero de la destrucción ambiental, la destrucción de la memoria, y complementa con los monocultivos en el campo, el plan Rama* de monocultivos mentales. —Considera que el gobierno de Tabaré Vázquez pudo haber frenado la construcción de Botnia. —No sólo la pudo haber frenado, pero aún con Tabaré Vázquez a favor la vamos a frenar si en vez de esos actos terroristas que dicen tanto temer, pero tanto desean, generamos una acción sostenida de pueblo en ambas márgenes del Río Uruguay y del Río de la Plata. En este momento no hay empresa más débil políticamente que Botnia. Si cada vez que viaja el presidente uruguayo por Europa, en cada lugar, se denuncia ante la opinión pública, finalmente hará inviable la supervivencia de Botnia. Si a Botnia la conseguimos derrotar se genera un efecto dominó. Y que tiemblen los depredadores de las minas del norte argentino. Entonces Botnia es la tarea de todos nosotros. El gobierno uruguayo no quiso pararla, y entonces quedará a un lado de la historia. Va ser barrida esa política demente y criminal de Botnia. —¿Cómo caracteriza el discurso que justifica la presencia de Botnia porque da trabajo y se deben subir los índices económicos? —Vamos por parte. Yo no tengo nada más que felicitar y alegrarme de la gente que consiguió trabajo en Botnia, por la gente que tuvo un salario más o menos digno en la fase de construcción de Botnia. Bien por ellos y ojalá el trabajo les hubiera durado. Pero desde el punto de vista gubernamental es vender el rico patrimonio al bajo precio de la necesidad. De una necesidad que es necesidad de los ricos, no es necesidad nuestra, es necesidad de los amos… Porque forestar con monocultivos es quitar tierra para la comida, es expulsar gente del campo, no es sólo envenenar a los ríos, no es sólo las malformaciones, es también destruir la esperanza de un futuro digno, sustentado en el propio trabajo y no en la mendicidad. Entonces ellos hipotecaron el proyecto, ellos se burlaron, y no se puede burlar del pueblo todos los días todo el tiempo, porque más tarde o más temprano van a tener que rendir cuentas políticas de lo que hicieron. —¿Cómo nos ven desde el exterior? —Por ejemplo, si hablas con entidades públicas de Venezuela o de Cuba, ellos son muy cuidadosos. Porque en una política de una inminente agresión del imperialismo, los países que tienen un verdadero perfil de cambio, tienen que intentar ampliar el área de sus amigos a los efectos de no quedarse aislados. Por lo tanto de la gente que está vinculada a los países que están construyendo un futuro diferente, no esperemos una palabra a favor ni en contra. *Angel Rama fue el presidente del Codicen y aplicó una Reforma en la Enseñanza que aún se utiliza.
12 May 2008
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LA ASAMBLEA REGIONAL DECLARO EL ESTADO DE EMERGENCIA PARA EL RIO URUGUAY. GUALEGUAYCHU. 16/03/2008. “Es un objetivo a defender”, tal como quedó expresado en el documento final, redactado durante el encuentro que ambientalistas argentinos y uruguayos realizaron en el Teatro Gualeguaychú. También coincidieron en sumar esfuerzos para fortalecer la integración, y dejaron un explícito apoyo a la marcha del 27 de abril al Puente “General San Martín”. Con un buen marco de asistencia por parte de diferentes agrupaciones ambientalistas, se efectuó ayer una nueva reunión de la Asamblea Regional en el Teatro Gualeguaychú, donde se trataron diferentes temas que tuvieron como eje fundamental la comunicación entre las asambleas, la próxima gran marcha del 27 de abril y el futuro de esta reunión. “Se presentaron todas las organizaciones, se realizó un panorama de lo que es la situación en la región, especialmente de lo que es el tema que nos preocupa a nosotros que es la instalación de Botnia. Hubo gente de Colonia Agraciada, que manifestó su preocupación sobre la posibilidad de que en Botnia se pueda llegar a producir elementos para la industria bélica, es una preocupación que está creciendo, y sobre todo se analizó cual es la posición de la Asamblea Regional sobre las cuestiones que están pasando en la región, tratando de unificar cuestiones generales para poder seguir adelante con los planteos actuales”, comentó Andrés Rivas respecto de las cuestiones básicas que se trataron en la reunión de la Asamblea Regional, según consigna El Día de Gualeguaychú. Con respecto a la falta de comunicación que hay en esta nueva Asamblea, José Pouler explicó: “hay temas importantes que están fallando como lo es la comunicación; una vez que finaliza esta asamblea tendría que haber un plazo de tres meses y estar haciendo la otra, y por no haber comunicación se va demorando hasta que un grupo decide y organiza”. Aclaró que la falta de comunicación no es un problema entre argentinos y uruguayos, sino que es algo que padecen todas las agrupaciones. “Cuando la Asamblea se fusione bien, y logre aceitar estos mecanismos de comunicación para reunirnos más seguido, va a haber resoluciones mucho más rápidas”, sentenció. Con todo esto, el Concejal Pablo Antoria de la Asamblea del Callejón de la Universidad de la República del Uruguay, coincidió con lo dicho anteriormente y agregó: “como la Asamblea Regional es nueva tiene problemas de organización que debemos solucionarlos progresivamente, es una organización muy grande la que se plantea, que comprende el sur de Brasil, Paraguay, gente de Chile que se va a incorporar, Argentina y Uruguay”. Antoria explicó su punto de vista: “queremos crear un secretariado para que coordine todas las resoluciones y emita a la prensa todas las resoluciones y sean ellos los que difundan los comunicados a todo el pueblo”. Respecto a la próxima gran marcha del 27 de abril dijo: “para el 27 van a venir muchas personas del Uruguay, pero sabemos que se nos va a complicar pasar por el puente, por eso debemos venir antes, nos ponen inconvenientes para pasar, ya sea gendarmería o la policía uruguaya”. Durante la reunión de ayer se habló de una posible fabricación de material bélico en Botnia; respecto a esto el Concejal uruguayo comentó: “nosotros tenemos un compañero ingeniero industrial que ha trabajado en Europa con la celulosa, dijo que se podían fabricar elementos explosivos con la celulosa, él sostiene por su conocimiento que en la planta de Huelva al sur de España, donde si se procesan elementos explosivos para el ejercito español, este hombre cree firmemente que en el ámbito militar están trabajando con Botnia”. Documento final. Reunidos en la ciudad de Gualeguaychú, Provincia de Entre Ríos, Argentina el día 15 de marzo de 2008, los integrantes de la Asamblea Regional presentes, luego de un trabajo intenso y pleno de compromiso, consecuentes con las razones que oportunamente le dieron vida, concluimos en: Reiterar la necesidad de armar entre todo, y desde la diversidad, el compromiso de continuar desde una gestión participativa y multicultural, nuestra tarea de guardianes y defensores de la cuenca que nos incluye. Afirmar el compromiso de abocarnos a elaborar un perfil y propuestas sustentables, que definan el modelo de cuenca que queremos. Reafirmar el concepto de integralidad: salud, ambiente y economía y la repercusión que cada proyecto de obra propuesto por los estados tiene sobre la misma. Dada la utilización irracional y no sustentable del Río Uruguay, la falta de controles por parte de los estados, el deterioro en la calidad de sus aguas, (que además son utilizadas para el consumo públicos sin la seguridad adecuada), los proyectos de represamientos existentes y la falta de medidas concretas para revertir la actual situación del mismo: Declarar al Río Uruguay en estado de emergencia. Establecer jornadas con temarios específicos tendientes a obtener el desarrollo de posibles soluciones a los temas que nos ocupan, incorporando las temáticas que oportunamente se vayan presentando. Avalar las propuestas de acciones concretas aprobadas en la fecha, considerando las mismas como banderas representativas de las luchas que nos reúne: Apoyo a la Marcha al Puente Internacional Gral. San Martín el día 27 de abril de 2008, como signo visible de protesta y como oportunidad de manifestar la unión de los pueblos en defensa de la vida. Concretar en la fecha del 22 de marzo y 5 de Junio de este año una jornada regional de expresión de la lucha en defensa de nuestros ríos, nuestra tierra y nuestro futuro. Declarar de interés educativo la bicicleteada que desde Capilla del Monte (Córdoba) y hasta Gualeguaychú se realizará a partir del 8 de abril del corriente año, como elemento de difusión e intercambio cultural. Aceptar el compromiso de participar de la próxima reunión de la Asamblea Regional en lugar y fecha a designar. Que una delegación de la Asamblea Regional visite a los compañeros del MST de Río Grande do Sul, para establecer contacto directo con las mujeres que fueron reprimidas por manifestarse en contra al modelo forestal celulósico en Brasil. Hacer una mención especial a los 32 años del golpe de estado en Argentina, porque a partir de ese golpe la región comenzó a padecer un modelo que ha facilitado y favorecido la degradación cultural, política, social y económica de nuestra región. Porque los ríos de La Plata y Uruguay, fueron víctimas del peor agravio que jamás hubiéramos imaginado: La de los cuerpos de militantes políticos y sociales flotando a la deriva, víctimas de la gran dictadura americana. Aprobar como slogan del 4º encuentro de la Asamblea Regional la frase del Gral. Artigas: “La causa de los pueblos no admite ninguna demora”. Comenzar con la redacción de un documento para plasmar el “Pacto de los pueblos del Río Uruguay” en el que se delineará los puntos principales para asegurar la salud del ambiente y de las generaciones futuras”. OTRA INFORMACIÓN. lunes 17 de marzo de 2008. Botnia va a la guerra ? Advierten que Botnia podría producir elementos bélicos. FRAY BENTOS - El sábado se realizó en el Teatro Gualeguaychú la reunión de la Asamblea Regional de oposición a la instalación de pasteras en la costa del río Uruguay. En la oportunidad, asambleístas uruguayos, de Colonia Agraciada, manifestaron su preocupación sobre la posibilidad de que en Botnia pueda producir elementos para la industria bélica, una versión que se hace fuerte en el vecino país. A su turno, el concejal Pablo Antoria, de la Asamblea del Callejón de la Universidad de la República del Uruguay, advirtió que en Europa se fabrican elementos explosivos a partir de la celulosa y que, en la planta de Huelva, al sur de España, se procesan elementos explosivos para el ejército español. En ese sentido se cree que en el ámbito militar están trabajando con Botnia. Debido a ello se analizó la postura que tomará la Asamblea Regional sobre esta y otras cuestiones. Falta de comunicación. Otro de los temas analizados fue la forma de aceitar mecanismos de organización y comunicación entre las asambleas. En este punto se propuso la creación de un secretariado para coordinar la comunicación y la acción del movimiento de asambleas que abarca sur de Brasil, Chile, Paraguay, Argentina y Uruguay. Otra de las mociones estratégicas estuvo vinculada con la necesidad de hacer circular y difundir la adhesión a la vigencia del Estatuto del Río Uruguay, que constituye el marco legal y jurídico que ha sido violado de manera serial y sistemática para la radicación de las pasteras en la cuenca. Marcha. Por otra parte, la Asamblea Regional decidió acompañar a Gualeguaychú en la gran marcha sobre el puente San Martín, programada para el 27 de abril para expresar el “no otorgamiento de la licencia social a Botnia para operar” y por el reclamo de políticas de Estado por el medio ambiente y para evitar el saqueo de los recursos naturales. Entre los rechazos que se manifestarán estará la firme oposición a la construcción de nuevas represas aguas arriba de Salto Grande, especialmente Garabí y Santa María. El encuentro, que cerró en Arroyo Verde, emitió un documento único y final donde se expresó la importancia de intensificar y profundizar las relaciones entre ambas orillas.
1 May 2008
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