Antártida Fiordes Chilenos Malvinas

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  • Updated: 25-Dec-09
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  • Added: 01-Nov-09

FIORDES CHILENOS MALVINAS Antártida Fiordes Chilenos Malvinas Ilhas Falklands (Malvinas) Quem não pensou alguma vez: “Que bom seria estar aí, onde assoma o fim do mundo.” Viajar em um cruzeiro, fazer milhares de quilômetros e chegar até os lugares mais distantes e lindos do mundo, hoje está ao alcance de quem quiser. Na Argentina já começou a temporada de cruzeiros, a partir da qual, os turistas do mundo inteiro poderão conhecer todo o esplendor da Antártica, sua vida silvestre, suas cores, a magia de seus gelos eternos. Antes de atracar na Península antártica, estes cruzeiros costumam percorrer ilhas, fiordes e canais que se encontram situados entre magníficas paisagens. Durante as travessias em navio, que duram entre uma e três semanas, os turistas aprendem, de naturalistas e cientistas, conhecimentos básicos sobre os lugares geográficos que percorrem, como também sobre a flora e a fauna do lugar. Os passageiros podem entrar em contato com a natureza do litoral quando descem dos navios e navegam em botes semi-rígidos. Uma experiência única e irrepetível, que a cada ano atrai mais turistas e que ficará gravada na memória de cada visitante. A cidade argentina de Ushuaia costuma ser a porta de entrada para a Antártica. A partir desta cidade argentina, que é a mais austral do mundo, zarpam os cruzeiros que têm como destino o Cabo de Hornos, diferentes pontos da Península Antártica, as Ilhas Malvinas ou os fiordes chilenos. Outras saídas são feitas a partir da cidade chilena de Puerto Natales. Os cruzeiros de expedição possuem cabines distribuídas em várias categorias, todas elas com camas baixas, janela panorâmica, banheiro privativo, aquecimento, armários e caixa-forte. Uma travessia num quebra-gelos preparado para turistas pode incluir o seguinte percurso: Depois de sair de Ushuaia, o navio cruza a Passagem Drake, chamado desta forma como homenagem ao famoso navegante inglês do século XVI Sir Francis Drake, e no qual é possível avistar vários tipos de pássaros, como o albatroz e o petrel. Depois de uma travessia de 1000 quilômetros, o navio chega às Ilhas Shetland do Sul. Ali os cientistas mostram aos passageiros diferentes aspectos da vida dos pingüins além de poder ver de perto os pingüins Antártico, Gentoo, Adélia, e Penacho Amarelo, bem como as focas de Weddell, as Caranguejeiras e os Elefantes Marinhos do Sul, que passam muito tempo descansando na praia. Os passageiros saem do quebra-gelos e passeiam em botes semi-rígidos entre os icebergs, além de visitar as ilhas. Enquanto navegam pelo Estreito de Gerlache, podem admirar as baleias jubarte também conhecidas como baleias corcundas. Depois os turistas visitam algumas bases científicas da Antártica, como a Base Argentina Almirante Brown, que está localizada na Baía Paraíso, considerado um dos lugares mais maravilhosos da Península antártica. A expedição continua pelo Canal Neumayer e mais ao sul o Canal Le Maire, mais conhecido como a esquina "Kodak da Antártica". Os canais estreitos estão situados entre altas montanhas e neles os turistas podem observar geleiras e icebergs flutuando. Finalmente, na volta, cruza-se de novo a Passagem De Drake para desembarcar em Ushuaia.

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