Results for: diniz Search Results
Family Filter:
2:30
New York, die Stadt des Glamours und der Träume. Eine perfekte Kulisse für die 300 Jahre alte Luxus Manufaktur Meissen, um ihre neue Schmuckkollektion in Szene zu setzen. Mit dabei auf dem Shooting: das erst durch Meissen bekannt gewordene Star Model Sharam Diniz, die mittlerweile auch für das Dessouslabel Victorias Secret läuft und der international bekannte Top Fotograf Matthew Brookes. Nie war es schönes, auf so hohem Niveau zu träumen.
15 Feb 2013
427
Share Video

5:00
FIlmagens da cidade de Ilhéus, seu casario, ruas, cacau, praias, Lagoa Encantada, Mata Atlântica, Estância Hidromineral de Olivença, onde se hospedar
19 Aug 2007
1949
Share Video

2:08
Fotos do "Terras do Sem Fim" - Hotel Pousada - ao som de Modinha para Gabriela na voz de Gal Costa.
9 May 2008
712
Share Video

3:45
review of the 1999 Malaysian GP held at the Sepang International circuit
29 May 2010
2627
Share Video

2:30
08/08/2003 - Estadio: Maracanã(RJ) Time: Julio Cesar, Rafael, Andre Bahia, Fernando, Anderson, Fabinho, Fabio Baiano(Jonatas), Felipe(Andrezinho), Fernando Diniz(Igor), Edilson, Jean. Gols: Fernando, Rafael(2), Edilson(3).
8 Oct 2007
1978
Share Video

1:26
Short fight filmed in digital photographic camera by Henrique Diniz. Performed by Emerson(sword) and Jefferson(pole).Our coreographed fights are made quickly without many rehearsal!!!!!
12 Sep 2008
4123
Share Video

5:27
A Madona de Cedro foi uma minissérie exibida pela Rede Globo, ás 22h30, de 26 de abril a 6 de maio de 1994, em 8 capítulos. A minissérie é de Walter Negrão, e escrita por Walter Negrão, Charles Peixoto e Nelson Nadotti. Foi baseada no romance homônimo de Antônio Callado. A direção ficou a cargo de Tizuka Yamasaki e Denise Saraceni, e a direção geral foi de Tizuka Yamasaki.Delfino Montiel, um sujeito calmo e bastante religioso, sai de Minas Gerais para conhecer o Rio de Janeiro. Além de se encantar com o mar, se apaixona por Marta, que corresponde aos seus sentimentos. Vindo de uma vida simples, querendo se casar e dar conforto para sua amada, acaba se metendo em confusão. Convencido pela quadrilha de Vilanova e Maneco, para conseguir dinheiro, rouba a uma madona esculpida por Aleijadinho. Após o roubo, entra num processo destrutivo de culpa, pois sua atitude fugiu completamente dos seus princípios morais e religiosos. Apesar de ter sido por amor, Delfino praticamente enlouquece de remorso, não conseguindo livrar-se da culpa que sente por ter roubado a imagem, impedindo-o de ser realmente feliz ao lado de Marta, que era uma mulher bonita e sincera. * Exibida entre 26 de abril e 6 de maio de 1994 em 8 capítulos. * A Madona de Cedro foi gravada basicamente em externas, nas três cidades mineiras, Congonhas do Campo, Mariana e Ouro Preto, numa produção que envolveu uma equipe de 95 pessoas, entre atores e técnicos. * Chuvas muito fortes adiaram as gravações por 15 dias, mas o mau tempo acabou por favorecer a gravação da procissão, numa das principais cenas da minissérie, com 400 figurantes. * A madona usada nas gravações foi copiada da obra original de Aleijadinho pelo escultor Hélio Petrus, de Mariana. O artista cedeu algumas de suas obras e seu material de trabalho para compor o cenário do ateliê de Delfino, personagem de Eduardo Moscovis. * O ator Paulo José, intérprete do personagem Pedro, chegou a ficar quatro horas de braços abertos para que se fizesse uma corcunda em suas costas. * O romance de Antônio Callado já havia tido uma versão para o cinema em 1968, no filme de Carlos Coimbra, tendo no elenco Leonardo Villar (Delfino), Leila Diniz (Marta), Sérgio Cardoso (Pedro), Ziembinski (Vilanova), Cleyde Yáconis (Lola Boba) e Jofre Soares (Padre Estêvão), entre outros.MINISSÉRIE: Exibida em oito capítulos, a Rede Globo produziu essa adaptação da obra de Antonio Callado que conta a história de Delfino, um homem simples e religioso, que um dia sai de Minas Gerais para conhecer o Rio de Janeiro. Lá conhece e se apaixona por Marta. Os dois querem se casar, mas ele não tem dinheiro. Assim, por más influências, é levado a roubar de uma igreja a Madona de Cedro criada por Aleijadinho. Mas o roubo deixa Delfino arrasado, pois contraria toda a sua fiel religiosidade. A obra de Callado já havia sido transposta para o cinema em 1968. Delfino Montiel, um sujeito calmo e bastante religioso, sai de Minas para conhecer o Rio de Janeiro. Além de se encantar com o mar, se apaixona por Marta, que corresponde aos seus sentimentos. Vindo de uma vida simples, querendo se casar e dar conforto para sua amada, acaba se metendo em confusão. Convencido pela quadrilha de Vilanova e Maneco, para conseguir dinheiro, rouba a uma madona esculpida por Aleijadinho. Após o roubo, entra num processo destrutivo de culpa, pois sua atitude fugiu completamente dos seus princípios morais e religiosos. Apesar de ter sido por amor, Delfino praticamente enlouquece de remorso, não conseguindo livrar-se da culpa que sente por ter roubado a imagem, impedindo-o de ser realmente feliz ao lado de Marta. O destaque dessa minissérie foram as belíssimas imagens e o retrato quase fiel do modo de vida dos moradores de Congonhas, Mariana e Ouro Preto, trazendo para a tela toda a religiosidade que esse povo carrega junto de si. A Madona de Cedro foi gravada basicamente em externas, nas três cidades mineiras, numa produção que envolveu uma equipe de 95 pessoas, entre atores e técnicos.Chuvas muito fortes adiaram as gravações por 15 dias, mas o mau tempo acabou por favorecer a gravação da procissão, numa das principais cenas da minissérie, com 400 figurantes.A madona usada nas gravações foi copiada da obra original de Aleijadinho pelo escultor Hélio Petrus, de Mariana. O artista cedeu algumas de suas obras e seu material de trabalho para compor o cenário do ateliê de Delfino (Eduardo Moscovis).O ator Paulo José, intérpetre do personagem Pedro, chegou a ficar quatro horas de braços abertos para que se fizesse uma corcunda em suas costas.O romance de Antônio Callado já havia tido uma versão para o cinema em 1968, no filme de Carlos Coimbra, tendo no elenco Leonardo Villar (Delfino), Leila Diniz (Marta), Sérgio Cardoso (Pedro), Ziembinski (Vilanova), Cleyde Yáconis (Lola Boba) e Jofre Soares (Padre Estêvão), entre outros.
28 Nov 2008
2202
Share Video

0:46
A Madona de Cedro foi uma minissérie exibida pela Rede Globo, ás 22h30, de 26 de abril a 6 de maio de 1994, em 8 capítulos. A minissérie é de Walter Negrão, e escrita por Walter Negrão, Charles Peixoto e Nelson Nadotti. Foi baseada no romance homônimo de Antônio Callado. A direção ficou a cargo de Tizuka Yamasaki e Denise Saraceni, e a direção geral foi de Tizuka Yamasaki.Delfino Montiel, um sujeito calmo e bastante religioso, sai de Minas Gerais para conhecer o Rio de Janeiro. Além de se encantar com o mar, se apaixona por Marta, que corresponde aos seus sentimentos. Vindo de uma vida simples, querendo se casar e dar conforto para sua amada, acaba se metendo em confusão. Convencido pela quadrilha de Vilanova e Maneco, para conseguir dinheiro, rouba a uma madona esculpida por Aleijadinho. Após o roubo, entra num processo destrutivo de culpa, pois sua atitude fugiu completamente dos seus princípios morais e religiosos. Apesar de ter sido por amor, Delfino praticamente enlouquece de remorso, não conseguindo livrar-se da culpa que sente por ter roubado a imagem, impedindo-o de ser realmente feliz ao lado de Marta, que era uma mulher bonita e sincera. * Exibida entre 26 de abril e 6 de maio de 1994 em 8 capítulos. * A Madona de Cedro foi gravada basicamente em externas, nas três cidades mineiras, Congonhas do Campo, Mariana e Ouro Preto, numa produção que envolveu uma equipe de 95 pessoas, entre atores e técnicos. * Chuvas muito fortes adiaram as gravações por 15 dias, mas o mau tempo acabou por favorecer a gravação da procissão, numa das principais cenas da minissérie, com 400 figurantes. * A madona usada nas gravações foi copiada da obra original de Aleijadinho pelo escultor Hélio Petrus, de Mariana. O artista cedeu algumas de suas obras e seu material de trabalho para compor o cenário do ateliê de Delfino, personagem de Eduardo Moscovis. * O ator Paulo José, intérprete do personagem Pedro, chegou a ficar quatro horas de braços abertos para que se fizesse uma corcunda em suas costas. * O romance de Antônio Callado já havia tido uma versão para o cinema em 1968, no filme de Carlos Coimbra, tendo no elenco Leonardo Villar (Delfino), Leila Diniz (Marta), Sérgio Cardoso (Pedro), Ziembinski (Vilanova), Cleyde Yáconis (Lola Boba) e Jofre Soares (Padre Estêvão), entre outros.MINISSÉRIE: Exibida em oito capítulos, a Rede Globo produziu essa adaptação da obra de Antonio Callado que conta a história de Delfino, um homem simples e religioso, que um dia sai de Minas Gerais para conhecer o Rio de Janeiro. Lá conhece e se apaixona por Marta. Os dois querem se casar, mas ele não tem dinheiro. Assim, por más influências, é levado a roubar de uma igreja a Madona de Cedro criada por Aleijadinho. Mas o roubo deixa Delfino arrasado, pois contraria toda a sua fiel religiosidade. A obra de Callado já havia sido transposta para o cinema em 1968. Delfino Montiel, um sujeito calmo e bastante religioso, sai de Minas para conhecer o Rio de Janeiro. Além de se encantar com o mar, se apaixona por Marta, que corresponde aos seus sentimentos. Vindo de uma vida simples, querendo se casar e dar conforto para sua amada, acaba se metendo em confusão. Convencido pela quadrilha de Vilanova e Maneco, para conseguir dinheiro, rouba a uma madona esculpida por Aleijadinho. Após o roubo, entra num processo destrutivo de culpa, pois sua atitude fugiu completamente dos seus princípios morais e religiosos. Apesar de ter sido por amor, Delfino praticamente enlouquece de remorso, não conseguindo livrar-se da culpa que sente por ter roubado a imagem, impedindo-o de ser realmente feliz ao lado de Marta. O destaque dessa minissérie foram as belíssimas imagens e o retrato quase fiel do modo de vida dos moradores de Congonhas, Mariana e Ouro Preto, trazendo para a tela toda a religiosidade que esse povo carrega junto de si. A Madona de Cedro foi gravada basicamente em externas, nas três cidades mineiras, numa produção que envolveu uma equipe de 95 pessoas, entre atores e técnicos.Chuvas muito fortes adiaram as gravações por 15 dias, mas o mau tempo acabou por favorecer a gravação da procissão, numa das principais cenas da minissérie, com 400 figurantes.A madona usada nas gravações foi copiada da obra original de Aleijadinho pelo escultor Hélio Petrus, de Mariana. O artista cedeu algumas de suas obras e seu material de trabalho para compor o cenário do ateliê de Delfino (Eduardo Moscovis).O ator Paulo José, intérpetre do personagem Pedro, chegou a ficar quatro horas de braços abertos para que se fizesse uma corcunda em suas costas.O romance de Antônio Callado já havia tido uma versão para o cinema em 1968, no filme de Carlos Coimbra, tendo no elenco Leonardo Villar (Delfino), Leila Diniz (Marta), Sérgio Cardoso (Pedro), Ziembinski (Vilanova), Cleyde Yáconis (Lola Boba) e Jofre Soares (Padre Estêvão), entre outros.
28 Nov 2008
3080
Share Video

2:48
Roberto Pupo Moreno ou apenas Roberto Moreno, (Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 1959) é um piloto brasileiro de Fórmula Indy e um automobilista de renome internacional. Começou no kart em 1974, com 15 anos de idade, e já participou de diversas categorias, incluindo a Fórmula 1, quando tentou fazer a estréia com a Lotus em 1982 substituindo Nigel Mansell com problemas de saúde, mas o piloto brasileiro não conseguiu vaga para o grid de largada do Grande Prêmio da Holanda em Zandvoort. A sua estréia pra valer aconteceu na penúltima etapa, o Grande Prêmio do Japão, em Suzuka de 1987 substitu-indo o francês Pascal Fabre na equipe AGS. Na etapa seguinte, no Grande Prêmio da Austrália, em Adelaide, Moreno terminou em 6º lugar; marcou o seu primeiro ponto e também o primeiro da equipe francesa na categoria. Naquele ano, foi o 3º colocado na Fórmula 3000 Internacional. Em 1988, o piloto brasileiro cedeu a vaga da equipe francesa de Fórmula 1 para Philippe Streiff. Naquele ano, disputou novamente a Fórmula 3000 Internacional sendo o campeão na categoria e o primeiro piloto brasileiro a conquistá-la. Retornaria na Fórmula 1 em 1989 para disputar o Mundial pela equipe Coloni. Como a equipe italiana não marcou nenhum ponto no ano anterior, teria que participar na pré-classificação. Das 16 etapas, 7 ficava ainda na pré, 5 conseguiu passá-la e em 4 conseguiu se alinhar; não conquistou nenhum ponto na ocasião. Em 1990, tentou pela EuroBrun; das 14 provas, 9 ficava na pré, 3 conseguiu passá-la e apenas 2 conseguiu se alinhar, e nenhum ponto também. Porém, ainda naquele ano, substituiu o italiano Alessandro Nannini na equipe Benetton que sofrera um acidente de helicóptero. Na estréia da sua nova equipe, conquistou como melhor resultado na carreira um segundo lugar no Grande Prêmio do Japão em Suzuka, etapa vencida pelo seu companheiro de equipe, o tri-campeão Nelson Piquet. Foi a primeira dobradinha na Fórmula 1 de pilotos brasileiros da mesma equipe. Em 1991, na semana do Grande Prêmio da Itália, em Monza, o piloto recebeu um comunicado de demissão da Benetton, e teve que ceder o lugar para o alemão Michael Schumacher pelos milhões de dólares da Mercedes. Como Eddie Jordan perdeu a grande promessa, a solução encontrada foi colocar Moreno na vaga deixada pelo jovem alemão. A previsão era para essa, e o Grande Prêmio de Portugal em Estoril. Depois, na última corrida, o Grande Prêmio da Austrália em Adelaide pilotaria para a Minardi no lugar do italiano Gianni Morbidelli que foi como titular para a Ferrari no lugar do demitido Alain Prost. Em 1992, tentou a sorte pela Andrea Moda ex-Coloni. Só conseguiu se classificar para o GP de Mônaco. Retornaria em 1995 para fazer dupla com o compatriota Pedro Paulo Diniz na equipe Forti Corse. Atualmente o piloto faz parte do time da Vision na Indy Racing League. Moreno, mesmo sendo carioca, foi criado desde os onze anos na cidade de Brasília.
1 Dec 2008
1258
Share Video

0:30
BEBETO Um dos maiores atacantes brasileiros nos anos 80 e 90, José Roberto Gama de Oliveira, o Bebeto, hoje mora no Rio de Janeiro (RJ) e trabalha como empresário. Depois que encerrou a carreira, Bebeto publicou o livro: "Você também pode ser feliz". Nele, o jogador conta um pouco da sua infância e sua história no futebol. Nascido em Salvador (BA), dia 16 de fevereiro de 1964, Bebeto começou a carreira nos infantis do Vitória (BA). Chegou a ser profissionalizado pelo rubro-negro da Boa Terra em 1983, mas no ano seguinte já vestia a camisa do Flamengo.No começo de trabalho na Gávea, Bebeto era apontado como sucessor ideal de Zico, que tinha deixado o Flamengo para defender a Udinese, da Itália. Aos poucos, o franzino jogador mostrava que tinha talento e poderia também fazer sucesso na equipe rubro-negra. Bebeto, na verdade, não era um meia autêntico como o Galinho, mas um atacante hábil e que também sabia fazer gols.Pelo Flamengo, Bebeto foi campeão carioca de 1986 e campeão da Copa União de 1987. Depois de brilhar quatro anos no time de maior torcida do país, Bebeto decidiu mudar de ares. E a saída da Gávea foi bastante polêmica. O atacante trocou o Flamengo pelo Vasco, em 1989.Logo em seu primeiro ano em São Januário, Bebeto foi peça fundamental na conquista do Campeonato Brasileiro de 1989. O time cruz-maltino, que tinha ainda Acácio, Luís Carlos Winck, Marco Aurélio, Célio Silva, Quiñonez, Mazinho, Zé do Carmo, Boiadeiro, Bismarck, William, Sorato, entre outros, bateu o São Paulo na final. Como não estava na melhor forma física, Bebeto ficou apenas na reserva da seleção brasileira de 1990 na Copa da Itália. A dupla de ataque titular do time comandado por Sebastião Lazaroni foi Careca (então do Napoli) e Muller (jogava no Torino).Em 1992, Bebeto deixou o Vasco da Gama para defender o Deportivo La Coruña, da Espanha. Viveu um bom momento no futebol espanhol, embora sua equipe não fosse considerada uma grande força do país. Barcelona, Real Madrid e Atlético Madrid eram os mais badalados. Em 1994, Bebeto teve finalmente a chance de disputar para valer uma Copa do Mundo. Ao lado de Romário, formou uma dupla de ataque que entrou para a história. Com os dois afinados, o Brasil comemorou o tetracampeonato nos Estados Unidos. Na final, o Brasil derrotou a Itália nos pênaltis, depois de ter empatado por 0 a 0 no tempo normal e prorrogação. O curioso é que Bebeto cobraria o quinto pênalti brasileiro naquela decisão, mas não foi necessário porque o italiano Roberto Baggio jogou para fora as chances da Azzurra.Pouco tempo depois de conquistar a Copa do Rei da Espanha pelo Deportivo La Coruña, em 19956, Bebeto retornou ao futebol brasileiro. Foi mais uma vez defender o Flamengo, que no ano anterior tinha investido muito na formação de um grande ataque no papel (Edmundo, Romário e Sávio) e que não tinha dado certo na prática. No Flamengo, Bebeto não conseguiu emplacar como em sua primeira passagem pela Gávea. Deixou o clube ainda no mesmo ano e retornou ao futebol espanhol, onde foi defender o Sevilla. Em 97, já estava de volta ao Brasil, desta vez para defender outro ex-clube: o Vitória.A contratação de Bebeto pelo rubro-negro baiano foi efetuada graças a uma parceria do clube com o banco Excel, o mesmo que na época também patrocinava o Corinthians. O Excel bancou para o Vitória o atacante Bebeto e levou para o Corinthians os meias Fábio Augusto e Fernando Diniz, o atacante Túlio Maravilha, os zagueiros Sangaletti e Antônio Carlos, o lateral-esquerdo André Luiz, entre outros. Com Bebeto, formando dupla com Agnaldo no ataque, o Vitória levantou a taça no Campeonato Baiano e também da Copa do Nordeste de 1997. Bebeto permaneceu no clube baiano também no segundo semestre, embora o Corinthians tenha tido muito interesse em tirá-lo do Barradão. Depois do Vitória, Bebeto defendeu o Botafogo, entre 1998 e 1999. Lá, ele foi campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1998. Apesar de não ser o mesmo jogador de 1994, Bebeto também fora convocado para defender a seleção brasileira na Copa de 1998. Não chegou a ser uma grande decepção, mas também esteve longe de jogar um futebol igual ao da Copa dos Estados Unidos. Depois do Glorioso, o atacante defendeu ainda o Toroz Neza, do México (99), o Kashima Antlers, do Japão (2000), Vasco da Gama (2001 e 2002), Al Ittihad, da Arábia (2002), antes de encerrar a carreira de futebol. Seu último jogo oficial foi pelo time árabe contra o Flamengo de Guarulhos (SP), uma partida amistosa. JOGOS DE BEBETO PELO FLA Bebeto realizou 310 partidas com a camisa rubro-negra (170 vitórias, 78 empates e 62 derrotas) e marcou 151 gols (fonte: Almanaque do Flamengo - Clóvis Martins e Roberto Assaf).por Rogério Micheletti
1 Dec 2008
4900
Share Video