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vídeo de tupy barjud As pinturas rupestres são a manifestação mais abundante, notável e espetacular deixada pelas populações pré-históricas que viveram na área do Parque Nacional, desde épocas muito recuadas. Os três sítios que apresentaram as mais antigas datações obtidas na área do Parque Nacional são abrigos-sob-rocha. Um abrigo-sob-rocha forma-se pela ação da erosão que agindo na base dos paredões rochosos vai desagregando a parte baixa das paredes fazendo com que se forme, no alto, uma saliência. Esta funciona como um teto que protege do sol e da chuva o solo que fica sob o mesmo.
24 Sep 2019
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APRESENTAÇÃO FANTÁSTICA DO GRUPO KRAHÔ DE MÚSICA E DANÇA A ÓPERA A ideia da realização de um evento, envolvendo uma ópera popular e muitas apresentações artísticas, quase no meio de uma floresta preservada, parecia uma loucura. Mas era o chamado da arte de volta às suas origens. Afinal, é na Serra da Capivara, no Piauí, onde estão as pinturas rupestres mais antigas das Américas. ​ Em 2017, primeira edição, a Ópera da Serra da Capivara, trouxe um espetáculo de luz, cores, vídeo mapping e um balé maravilhoso para apresentar o Ato Ancestral, que contou a história do homem e a descoberta do fogo. Um espetáculo fascinante seguido de vários shows de músicos e cantores(as) de grande qualidade artística e muita sensibilidade. Rolou de tudo: samba, bossa nova, jazz, blues, forró e muitos encontros. O público veio e se encantou! Em 2018, a Ópera da Serra da Capivara está de volta, querendo dar um passo à frente. O Ato khaô faz uma homenagem aos índios do Brasil a partir da história de uma das tribos que passou naquele local, os krahôs. E trás, também, para o palco da Pedra Furada, gente que sabe fazer o que o Brasil têm de melhor, a música. A boa música, de todas ritmos e de várias partes desse País continental. ​ No mês de julho, o Ser que cuida da iluminação dos céus da caatinga do Piauí, exagera e enche o espaço sideral de astros e estrelas brilhantes. Assistir a uma estrela cadente se jogar, basta está olhando para cima. Esse é outro belo espetáculo da noite! É nessa atmosfera que Ópera da Serra da Capivara espera por todos! Sejam bem vindos!
3 Oct 2019
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Uma ideia de realização de um evento, envolvendo uma ópera popular e muitas apresentações artísticas, quase no meio de uma floresta preservada, parece uma loucura. Mas era chamado de arte de volta às suas origens. Afinal, é na Serra da Capivara, no Piauí, onde estão as pinturas rupestres mais antigas das Américas. Em 2017, primeira edição, a Ópera da Serra da Capivara, trouxe um espetáculo de luz, núcleos, mapeamento de vídeo e um maravilhoso panorama para a apresentação do Ato Ancestral, que contou a história do homem e a descoberta do fogo. Um espetáculo fascinante seguido de vários shows de músicos e cantores (as) de grande qualidade artística e muita sensibilidade. Rolou de tudo: samba, bossa nova, jazz, blues, forró e muitos encontros. O público veio e se encantou! Em 2018, a Ópera da Serra da Capivara está de volta, querendo dar um passo à frente. O Ato khaô faz uma homenagem aos índices do Brasil a partir da história de uma das tribos que passou atualmente local, os krahôs. Também atrás, para o palco da Pedra Furada, quem sabe fazer o que o Brasil tem de melhor, uma música. Uma boa música, todos os ritmos e várias partes desse país continental. No mês de julho, o Ser que cuida da iluminação dos caatinga do Piauí, exagera e enche o espaço sideral de astros e estrelas brilhantes. Para assistir a uma estrela cadente, basta olhar para cima. Esse é outro belo espetáculo da noite! É nessa atmosfera que a Ópera da Serra da Capivara espera por todos! Sejam bem vindos! O Ato khaô faz uma homenagem aos índices do Brasil a partir da história de uma das tribos que passou atualmente local, os krahôs. Também atrás, para o palco da Pedra Furada, quem sabe fazer o que o Brasil tem de melhor, uma música. Uma boa música, todos os ritmos e várias partes desse país continental. No mês de julho, o Ser que cuida da iluminação dos caatinga do Piauí, exagera e enche o espaço sideral de astros e estrelas brilhantes. Para assistir a uma estrela cadente, basta olhar para cima. Esse é o
9 Oct 2019
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Uma ideia de realização de um evento, envolvendo uma ópera popular e muitas apresentações artísticas, quase no meio de uma floresta preservada, parece uma loucura. Mas era chamado de arte de volta às suas origens. Afinal, é na Serra da Capivara, no Piauí, onde estão as pinturas rupestres mais antigas das Américas. Em 2017, primeira edição, a Ópera da Serra da Capivara, trouxe um espetáculo de luz, núcleos, mapeamento de vídeo e um maravilhoso panorama para a apresentação do Ato Ancestral, que contou a história do homem e a descoberta do fogo. Um espetáculo fascinante seguido de vários shows de músicos e cantores (as) de grande qualidade artística e muita sensibilidade. Rolou de tudo: samba, bossa nova, jazz, blues, forró e muitos encontros. O público veio e se encantou! Em 2018, a Ópera da Serra da Capivara está de volta, querendo dar um passo à frente. O Ato khaô faz uma homenagem aos índices do Brasil a partir da história de uma das tribos que passou atualmente local, os krahôs. Também atrás, para o palco da Pedra Furada, quem sabe fazer o que o Brasil tem de melhor, uma música. Uma boa música, todos os ritmos e várias partes desse país continental. No mês de julho, o Ser que cuida da iluminação dos caatinga do Piauí, exagera e enche o espaço sideral de astros e estrelas brilhantes. Para assistir a uma estrela cadente, basta olhar para cima. Esse é outro belo espetáculo da noite! É nessa atmosfera que a Ópera da Serra da Capivara espera por todos! Sejam bem vindos! O Ato khaô faz uma homenagem aos índices do Brasil a partir da história de uma das tribos que passou atualmente local, os krahôs. Também atrás, para o palco da Pedra Furada, quem sabe fazer o que o Brasil tem de melhor, uma música. Uma boa música, todos os ritmos e várias partes desse país continental. No mês de julho, o Ser que cuida da iluminação dos caatinga do Piauí, exagera e enche o espaço sideral de astros e estrelas brilhantes. Para assistir a uma estrela cadente, basta olhar para cima. Esse é o
9 Oct 2019
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*******jorgetavares.planetaclix.pt Os Sítios de arte rupestre do Vale do Côa situam-se ao longo das margens do rio Côa, sobretudo no município (concelho) de Vila Nova de Foz Côa. Portugal The Côa Valley Paleolithic Art site is one of the largest known open air sites of Paleolithic art. In the late 1980s, the engravings were discovered in Vila Nova de Foz Côa, in northeastern Portugal. The site in situated in the valley of the Côa river, and comprises thousands of engraved drawings of horses, bovines and other animal, human and abstract figures, dated from 22,000 to 10,000 years BCE. Since 1995 a team of archaeologists have been studying and cataloging this pre-historical complex and a park was created to receive visitors. The engravings found mainly consist of animal representations, such as horses, bovines (aurochs) and caprines. Human figures and abstract depictions are also present. They are essentially made in vertical surfaces of rock along the valley of the river using engraving technique. Their size vary between 15 cm and 180 cm but the predominance is 40-50 cm in extension, often forming panels and compositions. The style often feature bold lines but many are touched with fine, slick lines. These engravings are calculated to have been made as long as 20,000 years ago according to a study in 1995. J.T. (2008)
7 Dec 2008
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DAL CATALOGO DEL LXI PREMIO MICHETTI (EDIZIONE VALLECCHI)Il lavoro pittorico di Andrea Benetti parte dalla constatazione dell'infranta armonia, della primigenia e ormai interrotta integrazione, tra uomo e natura.Sussisteva, certo, in antico, un timore panico nei confronti della Grande Madre; ma anche quando "la natura non rappresentava una minaccia, l'uomo la rispettava, con il rispetto che si deve ad una divinità".L'uomo moderno -- scrive sempre l'artista -- ha "distrutto un incantesimo e profanato la sacralità della natura e della vita".Questa diagnosi è oggi ampiamente condivisa, ma essa non deve restare puramente teorica, consegnata ad una disposizione astratta e inerte.A cominciare dall'arte: è necessario, sostiene Benetti, recuperare le valenze linguistiche primigenie dell'operare estetico, in particolare dell'espressività rupestre.Opere come Mulini a vento, Percorsi, Incontro fortunato (tutti 2009) -- dipinti, che tuttavia, con i loro aggetti, attingono ad una pur ridotta tridimensionalità -- intendono interpretare, nella vivace cromia e nella marcata scansione costruttiva, la sintesi formale e l'icasticità espressiva di quella primordiale per certi versi insuperata civiltà figurale.Un'arte capace di "simbolicamente ripartire dalle proprie origini", senza peraltro smarrire (né sarebbe, in fondo, d'altronde possibile) la coscienza di quanto è nel frattempo avvenuto.Carlo Fabrizio CarliCritico e storico dell'arteCuratore del Premio Michetti:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::ANDREA BENETTI CONIA LA PITTURA NEORUPESTRE - L'arte segue i modi della vita e si altera a seconda delle epoche nella quale viene creata; il mondo attuale esige fruibilità immediata, fagocita immagini ed informazioni e la rapidità con la quale la rappresentazione figurativa può venire assimilata diventa segno discriminante per l%U2019accettazione o il rifiuto di essa.Ma se il concetto che si esprime in una risoluzione visiva è legato ad un mondo veloce e spesso confuso, la riflessione sul concetto deve invece accettare quei metri di lentezza, che la cultura esige perché non diventi idea fugace e superflua.Nell%U2019osservazione delle opere di Andrea Benetti lo spettatore si trova costretto a viaggiare su due linee parallele: significante e significato sono apparentemente disgiunti e il riunirli sta a chi guarda, può farlo solo se vuole darsi un momento per riflettere e se si sente compartecipe del messaggio.La libertà totale di spaziare negli insegnamenti degli stili del passato consente oggi di scegliere il miglior metodo espressivo; Andrea Benetti utilizza sia materiali nuovi, composizioni con tecniche originali nelle quali si inseriscono oggetti e colore, ma non disdegna neppure la tradizione e spesso l%U2019olio ritorna ad essere protagonista della tela.Ed è proprio riferendosi ad un passato remoto che Benetti conia per la sua opera il termine di pittura %U201Cneorupestre%U201D, nome che si riferisce all%U2019idea di un recupero della rappresentazione di un mondo ancestrale e primitivo nel quale l%U2019uomo era più vicino alla natura ed al suo bioritmo.Le immagini acquistano di nuovo il valore di simboli che avevano nei graffiti, non mimano ma rimandano ad un%U2019idea e forse anche uno stile di vita, o meglio ad un modo di guardare ad essa.Il ritorno ad una semplicità sentita come necessaria non implica la conseguente visione ottimistica di una fanciullezza del genere umano ma, al contrario, in molte opere è percepibile una malinconia nella constatazione del presente. Colori e forme si sostituiscono ad una fase narrativa divenendo attimo simbolico riassuntivo: linee intricate e tonalità angoscianti o forme sinuose e cromie piacevoli segnano momenti alternati di un%U2019esistenza contemporanea, che porta l%U2019uomo a vivere fasi contrastanti di coscienza emotiva.Dunque, forse, l%U2019arte %U201Cneorupestre%U201D vuol contrapporsi al disavanzo di immagini che ci bombardano senza ormai colpirci a fondo con simboli e graffitismi ridotti all%U2019essenziale, ma pregni di significati, con la convinzione che una linea, alle volte, segna più di una geometria; che una sola frase ci può colpire più di un intero libro. Basta prendersi il tempo, se si vuole, di tornare a fermarsi a guardare l%U2019arte, per poter godere nuovamente della comunanza di sentire o del dissenso, del piacere o del ribrezzo, che essa ci provoca.CHIARA FILIPPINI %U2013 Critica e storica dell'arteRicercatrice dell'Amedeo Modigliani Institute Archives Legales %U2013 Roma-ParisCuratrice del Centro Documentazione e Ricerca Amedeo Modigliani::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: Le opere di Andrea Benetti alla LXI edizione del Premio MichettiAndrea Benetti ha partecipato con le sue opere, alla 61esima edizione del Premio Michetti.La prestigiosa e longeva rassegna d'arte contemporanea (nata nel 1947) è stata inaugurata il 24 luglio 2010 e resta aperta fino al 31 agosto 2010Museo Michetti - Palazzo San Domenico - Francavilla al mare (CH) - Italia *******www.andreabenetti****
31 Jul 2010
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Andrea Benetti, pittore bolognese, ideatore dell'arte Neorupestre, il cui Manifesto è stato presentato alla 53. Biennale di Venezia (padiglione "Natura e sogni"), con una serie di mostre prima in Italia e poi in Europa, sta riportando la pittura nelle grotte. A settembre 2011 ha inaugurato la mostra dentro le grotte di Castellana (BA) da cui sono tratte alcune immagini di questo video. L'originale progetto trova ampio consenso nel mondo universitario (la mostra a Castellana fa parte della ricerca sull'arte contemporanea dell'università del Salento) ed anche nel mondo della pittura contemporanea. andrea benetti, arte contemporanea italiana, pittura contemporanea italiana, pittori bologna, pittori italiani, arte, pittura, contemporanea, moderna, bologna, italia, italy, neorupestre, rupestre, oil painting, fine art, paint, painter, museo, museum, michetti, altamira, lescaux, kandinsky, modigliani, picasso, klimt, mirò, dalì, guttuso, pollock, boccioni, cascella, de chirico, pomodoro, rosai, klee, fontana, carrà
2 Nov 2011
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Acquisita nella Collezione d'Arte del Quirinale un'opera di Andrea Benetti. Il 9 marzo 2012 si è conclusa con la consegna del dipinto di arte contemporanea intitolato “Caccia VII”, l'operazione di acquisizione da parte della Collezione d'Arte del Quirinale, a favore dell'opera di pittura contemporanea di Andrea Benetti. Per volere del Presidente della Repubblica Giorgio Napolitano, grande amante ed estimatore della pittura italiana e dell'arte in generale, e con il convinto avvallo del professor Louis Godart, Consigliere per la Conservazione del Patrimonio Artistico del Quirinale, è stata acquisita l'opera di arte contemporanea di Andrea Benetti, intitolata “Caccia VII”, creata nel 2010 (misure: cm 50x100 – tecnica: olio e hennè e acrilici su tela). Durante il cordiale incontro, presso lo studio Quirinalizio del professor Louis Godart, si è parlato di archeologia, vista la formazione del professore e di pittura delle origini, ovvero la pittura Rupestre. Il professor Godart ha espresso grande apprezzamento per il dipinto di arte contemporanea acquisito e, nella fattispecie, per la pittura Neorupestre di Andrea Benetti, che il professore ha dimostrato, durante la conversazione, di conoscere molto bene. È sottolineata già nella lettera della Presidenza della Repubblica, datata 16 dicembre 2011 ed indirizzata ad Andrea Benetti, nella quale si comunicava la volontà da parte del Quirinale di acquisire una sua opera, l'eccezionalità dell'evento, in quanto le due collezioni di arte del Quirinale sono una antica ed una moderna. È quindi assente l'arte contemporanea alla quale Andrea Benetti, seppur con la sua pittura Neorupestre, appartiene. Acquista, perciò, maggior valore e significato questa volontà del Presidente e dei suoi Consiglieri in materia di arte contemporanea di volere un'opera di Andrea Benetti. Ricordiamo che è noto a tutti che il pittore bolognese è già collezionato e presente nei musei italiani ed esteri e nelle collezioni di importanti Istituzioni internazionali, quale l'O.N.U., l'Ambasciata Italiana in Cina e via dicendo. L'acquisizione da parte del Quirinale di un dipinto di arte contemporanea di Andrea Benetti, lo pone tra i pochissimi artisti, se non addirittura l'unico, ad essere presenti nella Collezione d'Arte del Quirinale per rappresentare l'arte contemporanea italiana.
16 Mar 2012
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Il 28 novembre 2012 è stata donata a Sua Santità Papa Benedetto XVI da parte dell'A.N.F.E. (l'importantissima associazione internazionale che rappresenta tutti gli emigrati italiani nel mondo) l'opera di Andrea Benetti, intitolata “Omaggio a Karol Wojtyla”, realizzata nel 2009 su tela cm 70 x 50 con tecnica ad olio, cacao ed acrilico. La donazione è avvenuta alla presenza di Andrea Benetti nella sala Nervi, presso la Città del Vaticano. Ad accompagnare Andrea Benetti, vi era inoltre tra gli organizzatori dell'incontro, il dott. Domenico Di Conza, Direttore dell'Istituto Europeo Pegaso. Il video rappresenta un po' una sintesi artistica di come si è svolto l'incontro e la donazione dell'opera, da parte del Presidente Nazionale dell'A.N.F.E., il dott. Paolo Genco. *******www.andreabenetti**** *******www.andreabenetti-foundation**** Andrea Benetti, oltre alle esposizioni di pregio, ha ormai più di una dozzina di opere acquisite da musei e importanti collezioni internazionali. Nel 2009 Benetti ha presentato il Manifesto dell'Arte Neorupestre alla 53. Biennale di Venezia, nel padiglione "Natura e sogni", presso l'università Ca' Foscari (catalogo edito da U. Allemandi). Nel 2010 è stato ha esposto al LXI Premio Michetti, blasonata rassegna internazionale di arte nata nel 1947. Nel 2010, la pittura Neorupestre di Benetti è approdata a Palazzo Taverna (Roma), nella sede degli Archivi Modigliani, accanto alle opere di De Chirico, Modigliani, Warhol, Haring, Schifano, Jacobs... nella mostra “Portraits d'artistes”, curata dal prof. Christian Parisot (Presidente degli Archivi Modigliani) e dal prof. Pierfrancesco Pensosi. Il progetto presentato alle televisioni e alla stampa dal prof. Vittorio Sgarbi. Nel 2011, Andrea Benetti è stato invitato dal prof. Massimo Guastella, docente dell'Università del Salento, a tenere un Seminario sull'Arte Neorupestre al corso di laurea di Storia dell'Arte Contemporanea. Inoltre è stata inserita nel programma di Ricerca Universitaria la mostra di Benetti, che si è tenuta all'interno delle Grotte di Castellana, con la musica composta per il progetto da Frank Nemola. Sono state acquisite opere da parte della Collezione del Quirinale e dei Musei del Vaticano. In corso un'acquisizione da parte del Ministero degli Esteri. andrea benetti, arte contemporanea italiana, pittura contemporanea italiana, pittori bologna, pittori italiani, arte, pittura, contemporanea, moderna, bologna, italia, italy, neorupestre, rupestre, oil painting, fine art, paint, painter, museo, museum, michetti, altamira, lescaux, kandinsky, modigliani, picasso, klimt, mirò, dalì, guttuso, pollock, boccioni, cascella, de chirico, pomodoro, rosai, klee, fontana, carrà
8 Jan 2013
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In Northern Sweden there's a plenty of river rapids but the Namforsen rapids are famous because of some prehistoric petrogliphs, remnants of an ancient nomadic civilization. You can get the full history buying the videoguide "Sweden - in the kingdom of Dalahast" available at www . wocmultimedia . com/dvd/sveziauk.htm Nella Svezia del Nord ci sono numerose cascate e rapide tra le quali le più famose sono quelle di Namforsen dove lungo le sponde si trovano i resti numerose pitture rupestri appartenenti ad una civiltà nomade preistorica. La clip è parte della videoguida "Svezia - Nel Paese dei Dalahast" in vendita sul nostro sito www . wocmultimedia . com/dvd/svezia.htm
30 Dec 2009
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Video producido por Diseño Rendá y dirigido por Rodolfo Silvero de KUYA Producciones. Animación de Bulbo Motion Graphics. Música: Aerials de System of a Down.
8 Jan 2010
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9 > 25 settembre 2011 Caverna della Grave - Grotte di Castellana (BA) ANDREA BENETTI • LA PITTURA NEORUPESTRE Ritorna la pittura nelle grotte a cura del professor Massimo Guastella Musica di Frank Nemola La caverna della Grave, dove sarà allestita la mostra, misura 100 metri di lunghezza per 50 metri di larghezza e 60 metri di altezza. Su ognuna delle due pareti rocciose (lunghe 100 metri) sarà proiettata un'opera realizzata appositamente (in dimensione 5 metri per 3 metri). Un'opera raffigura un cavallo in omaggio alle Grotte di Lescaux (Francia) e l'altra un bisonte in omaggio alle grotte di Altamira (Spagna). Lungo un percorso naturale, che si presta perfettamente, saranno esposte sette opere su tela, di grandi dimensioni (150x100cm circa), per le quali è stato realizzato appositamente l'impianto di illuminazione. L'evento è patrocinato e promosso da: Grotte di Castellana • Regione Puglia • Provincia di Bari • Comune di Castellana Grotte • CRACC S.r.l. Spin-Off di ricerca dell’Università del Salento - Lecce • LabTASC (Territorio Arti Visive e Storia dell’Arte Contemporanea) Dipartimento dei Beni delle Arti e della Storia - Università del Salento - Lecce • Archivio Andrea Benetti • Centro Studi Edgardo Simone • Museo d'Arte Contemporanea Italiana in America • Istituto Europeo Pegaso • Opera Arte e Arti • Associazione Culturale "Logo Comune" • Associazione Culturale "Viedimezzo" La mostra di Andrea Benetti all'interno delle Grotte di Castellana è stata inserita nel programma di ricerca universitaria dell'Università del Salento (Dipartimento dei Beni Culturali - Storia dell'Arte Contemporanea) HANNO SCRITTO NEL CATALOGO DELLA MOSTRA PROFESSOR MASSIMO GUASTELLA - Curatore della mostra Docente di Storia dell'Arte Contemporanea - Università del Salento - Lecce Responsabile scientifico del labTasc - Università del Salento - Lecce PROFESSORESSA SILVIA GODELLI Assessore alla Cultura e Turismo della Regione Puglia PROFESSOR FRANCESCO SCHITTULLI Presidente della Provincia di Bari PROFESSOR FRANCESCO TRICASE Sindaco di Castellana Grotte INGEGNER STEFANO ELEFANTE Assessore alla Cultura del Comune di Castellana Grotte ARCHITETTO MAURIZIO TOMMASO PACE Presidente delle Grotte di Castellana S.r.l. La mostra sarà visitabile dal 9 al 25 settembre, inserita nel percorso delle visite guidate alle grotte, che si tengono giornalmente. L'evento è patrocinato e promosso da: Grotte di Castellana • Regione Puglia • Provincia di Bari • Comune di Castellana Grotte • CRACC S.r.l. Spin-Off di ricerca dell’Università del Salento - Lecce • LabTASC (Territorio Arti Visive e Storia dell’Arte Contemporanea) Dipartimento dei Beni delle Arti e della Storia - Università del Salento - Lecce • Archivio Andrea Benetti • Centro Studi Edgardo Simone • Museo d'Arte Contemporanea Italiana in America • Istituto Europeo Pegaso • Opera Arte e Arti • Associazione Culturale "Logo Comune" • Associazione Culturale "Viedimezzo" La mostra di Andrea Benetti all'interno delle Grotte di Castellana è stata inserita nel programma di ricerca universitaria dell'Università del Salento (Dipartimento dei Beni Culturali - Storia dell'Arte Contemporanea)
13 Oct 2011
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Cerrado é um domínio fitogeográfico do tipo savana que ocorre no Brasil e em partes do Paraguai e na Bolívia, conhecido neste último como chaco. Exibe uma enorme biodiversidade vegetal e animal, patrimônio ameaçado pelo crescimento das monoculturas, como a soja, a pecuária extensiva, a carvoaria e o desmatamento causado pela atividade madeireira e por freqüentes queimadas, devidas tanto às altas temperaturas e baixa umidade, quanto ao infortúnio do descuido humano. O Cerrado é um tipo único de savana no mundo.As savanas brasileiras são uma vegetação que tem diversas variações fisionômicas,e climáticas, pelas grandes áreas que ocupam do território brasileiro.Sendo o segundo maior bioma brasileiro, estende-se por uma área de cerca de 2 milhões de km², abrangendo nove estados do Brasil Central: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e o Distrito Federal. É cortado por três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul, com índices pluviométricos regulares que lhe propiciam sua grande biodiversidade. Nas regiões onde o cerrado predomina, o clima é quente e há períodos de chuva e de seca, com incêndios espontâneos esporádicos, com alguns anos de intervalo entre eles, ocorrendo no período da seca. A vegetação, em sua maior parte, é semelhante à de savana, com gramíneas, arbustos e árvores esparsas. As árvores têm caules retorcidos e raízes longas, que permitem a absorção da água - disponível nos solos do cerrado abaixo de 2 metros de profundidade, mesmo durante a estação seca e úmida do inverno. Dependendo de sua concentração e das condições de vida do lugar, pode apresentar mudanças diferenciadas denominadas de Cerradão, Campo limpo e Cerrado, intercalado por formações de florestas, várzeas, campos rupestres e outros. Outras variações incluem: Cerrado Sentido Amplo (lato senso), Campo Sujo, Campo Cerrado, Cerrado Sentido Restrito (stricto senso), Cerrado Rupestre, Mata Seca ou Mata Mesofítica, Mata de Galeria ou Mata Ciliar, Vereda e Parque Cerrado. Grande parte do Cerrado já foi destruída, em especial para a instalação de cidades e plantações, o que a torna um ecossistema muito mais ameaçado do que a AmazôniaMesmo que não totalmente conhecida, a flora do Cerrado é riquíssima. Sua cobertura vegetal é a segunda maior do Brasil, abrangendo uma área de 20% do território nacional. Apresenta as mais diversas formas de vegetação, desde campos sem árvores, ou arbustos, até o cerrado lenhoso denso com matas ciliares. Reconhecido como a savana mais rica do mundo em biodiversidade com a presença de diversos ecossistemas, riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, sendo 4.000 endêmicas desse bioma.Os pontos mais elevados do Cerrado estão na cadeia que passa por Goiás em direção sudeste-nordeste. O Pico Alto da Serra do Pireneus, com 1.385 metros de altitude, a Chapada dos Veadeiros, com 1.250 metros e outros pontos com elevação consideradas que se estendem em direção noroeste; a Serra do Jerônimo e outras serras menores, com altitudes entre 500 e 800 metros. O relevo é um tanto acidentado, com poucas áreas planas. Nos morros mais altos são encontrados pedregulhos, argila com inclusões de pedras e camadas de areia.O Cerrado apresenta grande variedade em espécies em todos os ambientes, que dispõem de muitos recursos ecológicos, abrigando comunidades de animais com abundância de indivíduos, alguns com adaptações especializadas para explorar o que fornece seu habitat.
2 Aug 2009
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C’est une grotte immense, protégée du monde depuis 20 000 ans parce que le plafond de son entrée s’est effondré. C’est un sanctuaire incrusté de cristaux et rempli de restes pétrifiés de mammifères géants de la période glaciaire. Pourtant, ce n’est pas le seul trésor que ce lieu unique au monde avait à nous offrir… En 1994, au sud de la France, les scientifiques qui ont découvert la grotte sont tombés, ébahis, face à des centaines de peintures rupestres, des œuvres d’art spectaculaires réalisées il y a plus de 30 000 ans – presque deux fois plus vieilles que les peintures rupestres les plus anciennes découvertes jusqu’alors. Ces dessins, ces œuvres, ces témoignages exceptionnels ont été créés à l’époque où les hommes de Neandertal parcouraient encore la terre, en un temps où les ours des cavernes, les mammouths et les lions étaient les espèces dominantes sur notre continent. Depuis, seules quelques très rares personnes ont été autorisées à pénétrer dans la grotte, et ses chefs-d’œuvre sont restés à l’abri des regards – jusqu’à ce que Werner Herzog obtienne l’autorisation d’y réaliser un documentaire d’exception. Avec ses caméras 3D, Herzog a capté toute la beauté de ces merveilles dans l’un des sites les plus grandioses qui soit. Dans un saisissant voyage visuel, Herzog nous entraîne à à la rencontre de nos très lointains ancêtres, à la découverte de la naissance de l’art, de la symbolique puissante des lieux et des étranges personnes qui vivent aujourd’hui dans les environs.
31 Aug 2011
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