Madona De Cedro - Rede Globo - 1994 - Portuguese

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A Madona de Cedro foi uma minissérie exibida pela Rede Globo, ás 22h30, de 26 de abril a 6 de maio de 1994,...
A Madona de Cedro foi uma minissérie exibida pela Rede Globo, ás 22h30, de 26 de abril a 6 de maio de 1994, em 8 capítulos. A minissérie é de Walter Negrão, e escrita por Walter Negrão, Charles Peixoto e Nelson Nadotti. Foi baseada no romance homônimo de Antônio Callado. A direção ficou a cargo de Tizuka Yamasaki e Denise Saraceni, e a direção geral foi de Tizuka Yamasaki.Delfino Montiel, um sujeito calmo e bastante religioso, sai de Minas Gerais para conhecer o Rio de Janeiro. Além de se encantar com o mar, se apaixona por Marta, que corresponde aos seus sentimentos. Vindo de uma vida simples, querendo se casar e dar conforto para sua amada, acaba se metendo em confusão. Convencido pela quadrilha de Vilanova e Maneco, para conseguir dinheiro, rouba a uma madona esculpida por Aleijadinho. Após o roubo, entra num processo destrutivo de culpa, pois sua atitude fugiu completamente dos seus princípios morais e religiosos. Apesar de ter sido por amor, Delfino praticamente enlouquece de remorso, não conseguindo livrar-se da culpa que sente por ter roubado a imagem, impedindo-o de ser realmente feliz ao lado de Marta, que era uma mulher bonita e sincera. * Exibida entre 26 de abril e 6 de maio de 1994 em 8 capítulos. * A Madona de Cedro foi gravada basicamente em externas, nas três cidades mineiras, Congonhas do Campo, Mariana e Ouro Preto, numa produção que envolveu uma equipe de 95 pessoas, entre atores e técnicos. * Chuvas muito fortes adiaram as gravações por 15 dias, mas o mau tempo acabou por favorecer a gravação da procissão, numa das principais cenas da minissérie, com 400 figurantes. * A madona usada nas gravações foi copiada da obra original de Aleijadinho pelo escultor Hélio Petrus, de Mariana. O artista cedeu algumas de suas obras e seu material de trabalho para compor o cenário do ateliê de Delfino, personagem de Eduardo Moscovis. * O ator Paulo José, intérprete do personagem Pedro, chegou a ficar quatro horas de braços abertos para que se fizesse uma corcunda em suas costas. * O romance de Antônio Callado já havia tido uma versão para o cinema em 1968, no filme de Carlos Coimbra, tendo no elenco Leonardo Villar (Delfino), Leila Diniz (Marta), Sérgio Cardoso (Pedro), Ziembinski (Vilanova), Cleyde Yáconis (Lola Boba) e Jofre Soares (Padre Estêvão), entre outros.MINISSÉRIE: Exibida em oito capítulos, a Rede Globo produziu essa adaptação da obra de Antonio Callado que conta a história de Delfino, um homem simples e religioso, que um dia sai de Minas Gerais para conhecer o Rio de Janeiro. Lá conhece e se apaixona por Marta. Os dois querem se casar, mas ele não tem dinheiro. Assim, por más influências, é levado a roubar de uma igreja a Madona de Cedro criada por Aleijadinho. Mas o roubo deixa Delfino arrasado, pois contraria toda a sua fiel religiosidade. A obra de Callado já havia sido transposta para o cinema em 1968. Delfino Montiel, um sujeito calmo e bastante religioso, sai de Minas para conhecer o Rio de Janeiro. Além de se encantar com o mar, se apaixona por Marta, que corresponde aos seus sentimentos. Vindo de uma vida simples, querendo se casar e dar conforto para sua amada, acaba se metendo em confusão. Convencido pela quadrilha de Vilanova e Maneco, para conseguir dinheiro, rouba a uma madona esculpida por Aleijadinho. Após o roubo, entra num processo destrutivo de culpa, pois sua atitude fugiu completamente dos seus princípios morais e religiosos. Apesar de ter sido por amor, Delfino praticamente enlouquece de remorso, não conseguindo livrar-se da culpa que sente por ter roubado a imagem, impedindo-o de ser realmente feliz ao lado de Marta. O destaque dessa minissérie foram as belíssimas imagens e o retrato quase fiel do modo de vida dos moradores de Congonhas, Mariana e Ouro Preto, trazendo para a tela toda a religiosidade que esse povo carrega junto de si. A Madona de Cedro foi gravada basicamente em externas, nas três cidades mineiras, numa produção que envolveu uma equipe de 95 pessoas, entre atores e técnicos.Chuvas muito fortes adiaram as gravações por 15 dias, mas o mau tempo acabou por favorecer a gravação da procissão, numa das principais cenas da minissérie, com 400 figurantes.A madona usada nas gravações foi copiada da obra original de Aleijadinho pelo escultor Hélio Petrus, de Mariana. O artista cedeu algumas de suas obras e seu material de trabalho para compor o cenário do ateliê de Delfino (Eduardo Moscovis).O ator Paulo José, intérpetre do personagem Pedro, chegou a ficar quatro horas de braços abertos para que se fizesse uma corcunda em suas costas.O romance de Antônio Callado já havia tido uma versão para o cinema em 1968, no filme de Carlos Coimbra, tendo no elenco Leonardo Villar (Delfino), Leila Diniz (Marta), Sérgio Cardoso (Pedro), Ziembinski (Vilanova), Cleyde Yáconis (Lola Boba) e Jofre Soares (Padre Estêvão), entre outros.
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